terça-feira, 6 de abril de 2010

Quadro Persistência da memória

O quadro a persistência da memória é um dos principais quadros do movimento surrealista.
Ele mostra o tempo e a memória, através dos relógios, moles e dependurados.
Querendo dizer que o tempo é maleável e relativo, onde passado e presente se fundem.
A memória é uma evocação do passado. É a capacidade humana para reter e guardar o tempo que se foi, salvando-o da perda total. A lembrança conserva aquilo que se foi e não retornará jamais. É nossa primeira e mais fundamental experiência do tempo.
Estamos acostumados a considerar o tempo como uma linha reta, feita de sucessões de instantes, ou como uma sucessão de "agoras" - um "agora" que já foi é /o passado, o "agora" que está sendo é o presente, um 'agora" que virá é o futuro.
A metafísica realista usa, frequentemente a imagem do rio para representar o tempo como algo que passa sem cessar: a nascente é o passado, o lugar onde me encontro é o presente, a foz é o futuro.
O tempo não é um receptáculo de instantes, não é uma linha de momentos sucessivos, não é a distância entre um "agora", um "antes" e um "depois", mas é o movimento interno dos entes para reunirem-se consigo mesmos (o presente como centro que busca o passado e o futuro) e para se diferenciar de si mesmos o presente como diferença qualitativo em face do passado e do futuro. O ser é o Tempo.




Essa apresentação foi inspirada no quadro A persistência da memória. Um quadro surrealista do pintor espanhol Salvador Dalí.
Como dito acima o quadro fala sobre tempo e memória, fizemos uma interpretação do quadro para a aplicação da atividade rítmica.
A atividade tem como característica o ritmo acelerado, também conta com algumas variações de ritmos como, natural, aspecto biológico presente na atividade, disciplinado, pois foi pré – determinado/ensaiado e o grupal, pois ouve sincronismo. Essa atividade tem as mesmas características que as do grupo D-Efeitos.

Nenhum comentário:

Postar um comentário